Uma médica que trabalha em uma unidade de saúde de Marília denunciou a identificação de seis atestados médicos supostamente falsificados após ser procurada por uma empresa para confirmar a autenticidade dos documentos. O caso foi registrado na Polícia Civil como falsificação de documento público e envolve uma adolescente de 16 anos, apontada no boletim de ocorrência como suspeita.
Segundo o registro policial, os fatos teriam ocorrido entre 1º de setembro e 7 de outubro de 2026. A profissional relatou que havia atendido a adolescente e emitido um atestado médico legítimo. No entanto, a médica informou ter recebido contato de uma empresa do setor de aprendizagem, que solicitou a confirmação de possíveis atestados.
Ao tomar conhecimento da situação, a médica constatou, inicialmente, seis documentos impressos que considerou falsificados. O material foi apresentado e anexado ao boletim de ocorrência, elaborado em 28 de outubro, na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília.
A ocorrência foi registrada como falsificação de documento público, prevista no artigo 297 do Código Penal. O boletim identifica uma adolescente de 16 anos como suspeita, mas não detalha como os documentos teriam sido produzidos nem esclarece se todos foram efetivamente utilizados perante a empresa.

